Este trabalho procura dar uma contribuição original ao campo de estudos sobre regimes internacionais. Analisando um conjunto de regimes internacionais de segurança, o objetivo é compreender o papel dos regimes políticos domésticos na propensão dos países a aderir aos tratados de não proliferação. Adicionalmente o trabalho procura saber se existem diferenças com relação ao ritmo de adesão aos tratados determinados pelo regime político nacional. Com base na literatura de teorias dos regimes internacionais e da Democratic Peace (DP) que toma predominantemente o tema dos conflitos na sua análise, os resultados desta pesquisa confirmam a hipótese de que os países democráticos têm propensão significativamente superior a aderir aos regimes internacionais de segurança comparativamente com as autocracias. O que este trabalho pretende incentivar é a constituição de uma agenda de pesquisa que pode se ampliar para outras direções, tanto do ponto de vista metodológico, quanto substantivo, promovend