A obra é uma investigação sobre a cultura das ervas entre os moradores de um centro urbano como o Rio de Janeiro – em feiras livres de diferentes bairros, no Mercadão de Madureira e na favela de Vigário Geral – e revela um dos modos como a sociedade se relaciona com a natureza. Ao mesmo tempo, a autora, Fátima Branquinho, faz a relação entre as mesmas ervas e os produtos farmacológicos, mostrando o conhecimento popular usado na produção de remédios e questionando outros aspectos como a biopirataria e as Leis de Propriedade Industrial.