A abertura econômica representou um desafio para as empresas brasileiras, que passaram a competir em pé de igualdade com organizações externas poderosas e eficientes. O que fazer para sobreviver nesse cenário difícil? Refletir sobre essa questão é oobjetivo deste livro. Para seu autor, o economista Roberto Adami Tranjan, as empresas estão diante de uma ruptura e precisam desenvolver novas competências se não quiserem ficar pelo caminho. Aqui, ele fala das características da empresa progressista, aquela que vai sobreviver no novo milênio que se inicia. \r\n